sábado, 22 de setembro de 2012

Selena ou Heitor?

Eita que fazem zilhões de séculos que eu não venho aqui... Acho que eu enchi o saco desse blog. Esses dias estava conversando com uma amiga e ela terminou com o blog antigo dela e iniciou um novo justamente pelas lembranças que esse antigo possuem que ela não quer mais.

Tô na mesma, mas ao mesmo tempo sinto que esse blog tem um lance legal que acaba me prendendo aqui...

Enfim, o blog fez aniversário de 5 anos e eu esqueci, não tenho mais lido blogs amigos, enfim, uma criatura relapsa total.

Mas nem só de chateação vive o mundo. Cheguei pra contar novidades... A insustentável mulher que vos fala será mãe de novo! Pois é meu povo. Na espera do meu segundo milagre. 14 semanas, não temos certeza se é menino ou menina (mocinha está com mais chances de chegar segundo o médico do centro de imagem), mas estamos felizes pacas.

Esse bebê foi mais planejado, só que chegou rápido demais, mas mesmo assim eu e meu marido estamos curtindo muito. Maria Ísis então, nossa, radiante... Mas esse caso a gente vai ver se dará certo quando o pedacinho nascer.

Meu filho (a) será piracicabano de nascimento, mais um motivo pra que minha família fixe os pés nesta cidade por mais um tempinho até quando Deus quiser.

Bem pessoal, volto com mais novidades assim que o cansaço, sono e a fadiga me liberarem. Agora no momento preguiça de sábado matutino, vou ler blog amigos. Beijocas.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Dia dos Namorados!

Bem, diazinho comercial, porém eu gosto!


Não tô com muita paciência de escrever, mas vou só agradecer...


"Lua do meu céu...
Obrigada por ser meu companheiro, meu amigo, meu amor, meu marido. Há 11 anos atrás comemorávamos  o nosso primeiro dia dos namorados juntos e hoje, passado todo esse tempo, estamos comemorando de uma maneira inusitada - não estamos juntos. Porém é por uma boa causa não é mesmo? Alguém precisa colocar comida na mesa rsrs.
Nos encontramos porque era pra ser. Vivemos juntos por que tem que ser. Ficaremos juntos porque é pra ser. Um dia nós fomos somente dois, nosso amor nos transformou em três e quem sabe um dia, sejamos quarto.
Construímos uma relação sólida, com todos os questionamentos que as relações normais possuem. Nos reinventamos a cada dia, aprendemos a conviver, a respeitar as diferenças, e nesse exato momento, que estamos frágeis por conta de ajustes que viemos fazendo, estamos ainda mais fortes justamente porque estamos reaprendendo a ser cúmplices.
Mais uma vez obrigada; pro ser bom pai, bom marido, um homem de bem com defeitos e qualidades.
Nunca saia da minha vida! Isso é uma ordem!
Te amo sempre e pra sempre."




Para o meu amor,
Fábio.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Um pouco de coisa séria.

Neste último domingo foi exibido no Fantástico a entrevista reveladora da Xuxa, onde ela conta diversas questões da sua vida e suas experiências (ou melhor algumas delas) das mais variadas.


Bem, a minha opinião sobre a entrevista dela, é bastante controversa. Ao mesmo tempo que pareceu sincero e honesto, noutras vezes pareceu técnico e muito ordenado, cheio de sotaque sulista, e um culto a um momento da vida dela que na minha opinião ela sempre fez questão de não comentar.


Enfim, o que eu vim falar aqui é sobre a questão do abuso sexual que ela conta ter sofrido durante alguns anos da sua vida e sendo praticado por pessoas diferentes.


Sendo verdade ou não, o que ela disse e realmente o que acontece com milhares de crianças e adolescentes do Brasil e do mundo. A culpa, a sensação de impotência, a vergonha, o sentir-se sujo (a), o medo do agressor e principalmente a falta de perspicácia dos pais dessas crianças que não prestam atenção aos sinais que seus filhos emitem.

Abuso sexual acontece independente de raça, credo, posição social, acontece e pronto. E quem agride usa sempre dos mesmos argumentos sórdidos.

Então fica a dica: prestem atenção nos seus filhos, sejam próximos deles a fim de que ela se sintam a vontade para confiar em vocês.

Eu comecei a escrever essa postagem faz tempo e recentemente acessei um conteúdo muito bacana que fala da temática de modo leve e instrutivo para crianças, é a coleção Pipo e Fifi - só jogar no Google que da pra ter acesso fácil!

Olho vivo e fato fino porque o agressor na maioria das vezes dorme no quarto ao lado da criança!

Paz e luz,
Vê.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

No dia em que fui mais feliz...

Oiê pessoal querido!


Tempos sem vir aqui, mas por uma boa causa.


Sabe quando quase todos os probleminhas chatos desaparecem como num passe de mágica? Pois é, exatamente assim que aconteceu comigo e eu estou aqui pra compartilha com vocês.
Então, há um mês e meio eu recebi uma ligação da Prefeitura da Piracicaba, para participar de um processo seletivo para assistente social na secretaria municipal de desenvolvimento social. 
Logo que eu cheguei aqui, sai lançando currículos pela internet e mandei pra prefeitura também na esperança de que um dia pudessem me chamar para uma contratação temporária. Beleza, 09 meses depois me ligaram e me convidaram, eu aceitei e fui pro processo seletivo que foi dividido em 2 etapas. 
Confesso que fiquei descrente, e não achei que seria convidada para participar de um outro momento, mas fui. Fiz meu papel, explicitei a minha experiência e a minha humildade, porque mesmo sabendo que eu sou foda rs, sou humilde kkkk, sério.
Ai na véspera do dia do trabalhador, recebo a notícia que fu aprovada no processo seletivo e hoje integro a equipe técnica do CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), órgão que trabalha com média complexidade - inclui-se violência e violação de direitos.
Estou feliz demais, com uma equipe bacana, fiz novas amizades e acho que agora sim, minha vida vai começar a mudar aqui em Piracicaba.


Obrigada a todos que torceram por mim, foi muito bom mesmo!
Um beijo a todos e depois eu volto com mais novidades. Tô com fome agora!

domingo, 29 de abril de 2012

Tempo frio...

Tem certas coisas que eu não gosto, uma delas é o frio. Mas confesso, depois que vim morar em Piracicaba comecei a rever meus conceitos.
Como boa carioca da gema que sou, sempre amei o calor e quando fazia frio no RJ, eu ficava muito puta da vida. Só que aqui em Pira, faz mais calor que no RJ. Sim! Acho que é a questão da sensação térmica, porque as temperaturas nem chegam à 43º, 45º graus como no RJ, mas como não tem o hábito de ventar, a gente fica acabado. 
Mais por que falar disso? Porque desde sexta feira última, estamos livres desse calor e vem chegando um friozinho de leve. Ai, o que a gente faz numa situação destas quando não se tem carro pra sair, criança pequena perturbando? Faz-se comida!
O almoço foi a sobra do jantar de ontem, porque a matriarca aqui acordou depois do meio dia; ai resolvi catar umas coisas na cozinha e descobri que dava pra fazer um bolinho e um creme para o jantar.


Vamos às receitinhas (eu aqui me achando Mel Mascari)


Bolo de Cenoura


3 ovos
2 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de óleo
3 cenouras grandes ou 4 menores
1 xícara de açúcar
1 colher de sopa de fermento
Bata as cenouras, o óleo e os ovos no liquidificador e reserve. Em seguida numa vasilha misture o açúcar, a farinha de trigo e o fermento. Junte o creme já batido e reserve. Unte com manteiga e farinha de trigo um tabuleiro e leve ao forno medio por mais ou menos 40 minutos.


Calda de Chocolate.
1 copo de leite
Chocolate em pó a gosto
Açúcar a gosto
1 colher de manteiga
Leve ao fogo os ingredientes, sempre mexendo, deixando até levantar fervura. Em seguida, coloque sobre o bolo e é só degustar (pode ser quente ou frio, ai vai do gosto do freguês).




Creme de Batatas


6 batatas grandes
Sal a gosto
Cebola
Alho
Salsa e Cebolinha
Queijo ralado
1 lata ou caixa de creme de leite
1 caldo de carne ou de galinha (a seu gosto)
Bacon frito


Cozinhe as batatas em uma quantidade generosa de água e reserve. Em seguida doure o bacon. Em seguida, acrescente cebola, alho e o caldo de sua preferência. Reserve. Bata no liquidificador as batatas e vá acrescendo água aos poucos até formar um creme grosso. Quando estiver na textura de sua preferência leve ao fogo junto com a mistura de temperos ate levantar fervura. Quando acontecer, apague o fogo e junte sal (se quiser) e o creme de leite e está pronto.
Use salsa e cebolinha para decorar.


Boa tarde de frio e eu vou lá ver o bolo que tá no forno!
beijos




quarta-feira, 25 de abril de 2012

A assistente social voltando a opinar.

Essa semana eu precisei responder uma afirmativa que é um grande clichê desde que o mundo passou a viver a questão neoliberal nas grande sociedades.
A afirmativa era a seguinte: "a violência existente nos grandes centros urbanos do Brasil é potencializada pela quantidade de família de baixa renda."
Nossa, quando li isso minha vontade foi sair correndo e gritando num estilo desenho animado, mas ai eu respirei fundo, lembrei das aulas de processo de trabalho e serviço social da faculdade e comecei a discorrer sobre o tema.

Na minha humilde opinião uma coisa leva a outra e outra coisa leva uma. Mais como assim pessoa maluca? Simples.
Um dia, lá há sei lá quantos anos atrás, Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil. E segundo meu professor de história favorito, quando os senhores portugueses se apossaram do nosso tupiniquim Brasil, a ideia principal era simplesmente "desovar" todos aqueles cidadão europeus portugueses que não se enquadravam na política do Estado maior. Ter um local longe e com área territorial imensa, daria a esses governantes a tranquilidade de que ao mesmo tempo que teriam controle sobre essas pessoas, não precisariam dar respostas aos seus atos perante à sociedade européia.
Dai, fomos colonizados por um grupo de pessoas sem escrúpulos, criminosos e etc, mas eram europeus.
Voltando aos dias de hoje, um país que não investe em educação, que tenta suprir as necessidades básicas da população com medidas paliativas, que não oferece capacitação profissional, acesso a direitos básicos, não tem como controlar a violência.
No meu entendimento a violência está muito mais ligada à falta de informação do que à exclusão (mesmo que uma coisa leve a outra). Porque assim, quando excluímos alguém de algum tipo de coisa, privamos essa de ter tal conhecimento, porém se essa mesma pessoa tem informação de como fazer para buscar alternativas, ou seja, conhecimento, educação e bom senso, ela vai tentar fazer diferente (óbvio se for de seu interesse - falo meio que utopicamente).
Ai chegamos às famílias de baixa renda do Brasil, dos grandes centros. Não possuem educação, a informação chega deturpada a essa maioria de pessoas e a violência acaba sendo uma válvula de escape para querer aparecer (sim podem me crucificar). Mas a medida que você desconhece, você chama a atenção, você quer de alguma forma ser notado.
Porém em contra partida, as opções oferecidas pelo Estado são ainda mais excludentes. Nós, profissionais do social vivemos passando pelo grande dilema chamado critério de elegibilidade, que nada mais é dentro da miséria, eleger o mais miserável. E não falo de miséria só financeira não, falo num sentido amplo. Isso é terrível porque mesmo que você profissional seja imparcial, se você pensar na questão nua e crua, vai querer fugir num estilo corre e grita.
Aff, depois de falar isso tudo eu tenho a grande certeza de que se o Estado não supre as necessidades do cidadão que é pagador de impostos e principalmente obrigado a votar, nada vai melhorar. Um povo mal educado, sem informação e sem direto a acessar essa informação da maneira correta, sempre será violento.

Veronica Guimarães
Assistente Social
Desempregada, mas muito orgulhosa de sua profissão.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Eu já vivi isso uma outra vez.

Eu estou viva! É, só passei o feriadão na cidade Maravilhosa, andei meio ocupada, mas cá estou!!!
Sobre o post de hoje... Vou tentar falar em poucas linhas (acho difícil), da minha relação com dinheiro/trabalho atual.
Depois que eu vim pra Piracicaba, virei dependente financeira da marido e isso é algo chatíssimo, até porque por mais que o marido seja bacana como é o meu, uma hora o negócio fica esquisito
E é exatamente ai nesse ponto que quero chegar. Fiz uma escolha de mudança e sabia que seria difícil, porém não imaginava a complexidade do negócio. Quando ficamos sabendo da mudança, ouvimos da empresa que haveria recolocação em seis meses (já se passaram 9) e blá blá blá.
Só que nada disso aconteceu minha necessidades estão realmente aparecendo pq eu preciso arrumar o cabelo, fazer as unhas, comprar roupas novas pq as minha já estão cafonas e o meu corpo mudou, preciso me adequar a ele; preciso ter meu próprio dinheiro simplesmente pra ser meu, pra eu ficar olhando pra ele e fazer o que eu quiser.
Ai eu caio na chateação... Ganhei uma grana do meu pai, emprestei pro marido, agora cobrei e ele ficou chateado. Pode isso? Mais ainda fico eu, mendigando, me anulando, pedindo... aff que saco!
Por que o nome do post? Porque há 4 anos atrás eu fiz essa escolha de ficar em casa, mas era cuidando da minha filha, mesmo estando p. da vida na época, eu sabia que logo eu iria voltar ao mercado, questão de tempo mesmo. Hoje, tenho disponibilidade, a criança não é tão dependente, estou mais madura e mais criativa, falta o que pro emprego aparecer?

É isso...
Bora lavar roupa pq tá sol kkkk!

Beijos

quinta-feira, 15 de março de 2012

A força, aquela que está retornando.

Eu sempre fui uma pessoa muito otimista. Sempre pensei que haverão dias melhores e que basta apenas esperar por eles e fazer por onde. Acredito que por mais que esteja ruim, uma hora vai melhorar, e essa minha forma de ver a vida as vezes me deixou beirando a ingenuidade.
Sempre acredito no lado bom das pessoas e acho que todo mundo tem motivo para realizar uma ação x, só que de repente esse motivo não é bom pra mim ou pra você, mais pro fulano é o suficiente.
Mas por outro lado, mesmo cercada sempre de frases de incentivo e otimismo exacerbado, há em mim a dicotomia da vida atual. Dificílimo lidar com tanta coisa boa quando eu venho passando por um período complicado.
Quando lá no ano passado eu vim aqui cheia de esperança contar da minha mudança para o interior, não fazia idéia de como seria complicado e cheio de nuances que beiram à loucura.
Para vocês terem uma noção, há alguns dias atrás eu sinceramente achei que morreria de tristeza, de tédio, de solidão. Só que ai, quando você acha que vai sucumbir, eis que surge a tal força sabe, aquela que no último post eu dizia que não via mais, pois é, essa boneca resolveu voltar pro meu lado como seu nunca tivesse me deixado.
Simplesmente eu acordei um dia desses com a sensação de que posso sim "dominar o mundo" e sabe por que? Pura e simplesmente por causa da minha capacidade, da minha vontade e da minha garra.
Agora, o primeiro passo já foi dado. Depois de anos a fio, resolvi procurar novamente ajuda terapêutica, o que vem me ajudando bastante a organizar as idéias e iniciar um processo que sempre pareceu impossível na minha vida e que eu sempre no alto do meu abuso receito pros outros: FOCO, criar metas.
Pode parecer brincadeira, mas pra mim papel e caneta têm um poder quase que instantâneo. Esse blog é ótimo porque o alcance que ele tem é absurdo, mas eu confesso a vocês que as vezes eu queria ter o meu bom e velho diário, me dava uma sensação de liberdade absurda, principalmente porque a escrita do dia sempre me transportava depois pro momento exato da coisa sabe. 
Havia dias em que a letra estava de uma tal forma, que o papel não deslizava na caneta como deveria, enfim, uma série de coisas que tinham todo o seu charme e poder.
Whatever, século XXI e a forma de colocar as idéias a mostra mudou, mas a maneira de escrever e acho que não, até porque tem horas que eu me sinto a mesma jovem de 19 anos que tinha um diário e também queria dominar o mundo.
É isso, ficando cada dia melhor, apesar deles ainda estarem sendo iguais.


PS: Tem gente que vem fazendo tão bem pra mim que nem sei... Obrigada minha terapeuta, Melissa, meu marido, minha filha, Tamara e sua família... Tá bom assim, mas eu quero MAIS! Posso?
VÊ.



sábado, 3 de março de 2012

Os meus dias são sempre iguais

Não tão belos quanto Luiza Possi quando cantou música com frase que denomina o título dessa postagem.

Dias chuvosos, de sol, calorentos, frios, porém todos com a mesma característica: vazios. 

Não adianta pedir, tentar, falar, ousar, mudar... tudo acontece exatamente do mesmo modo, com a mesma distância e principalmente na mesma solidão.

Por enquanto, não há nada a fazer, só sofrer e esperar. A tal força que sempre aparece, já disse que agora não vem.

Então tá bem, deixa assim...

Vejo você amanhã "meu querido dia"...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Festinha

Oi pessoal,


Fazia tempo que eu não via selinhos, recebi 2 da Tatinha do Criando forças a cada dia!

Vamos ao primeiro:


Ofereço para os blogs que me visitam e gostam das minhas baboseiras. Fiquei a vontade pra pegar... Não esqueçam de agradecer no blog que te enviou! E em seguida, escrever uma frase que te inspira. A minha é a seguinte:


SE HÁ LOUCURA ENTÃO, MELHOR NÃO TER RAZÃO...




O segundo selinho é assim:


Desafio: responder 10 perguntas sobre mim e contar 7 coisas aleatórias tb sobre mim... Ofereço tb aos meus queridos visitantes que eu gosto tanto,a final esse blog é nosso!

1° Qual minha música favorita?
Nossa tenho tantas, nem dá pra enumerar, mais uma que eu sempre vou amar é "You oughta know" da Alanis Morissete

2° Qual minha sobremesa favorita?
Goiabada com creme de leite

3° O que me tira do sério?
Lentidão

4° Como fico quando fico chateada?
Mal humorada

5° Qual meu animal de estimação preferido?
Não tenho

6° Prefere preto ou branco?
Preto

7° Qual o maior medo?
Imaginar que um dia vou perder a minha mãe.

8° Qual a atitude cotidiana?
Comer pão

9° O que é perfeito?
O amor de mãe.

10° Qual é a culpa que tem?
Culpa eu? Desconheço isso hehehe

Sete aleatórias sobre mim.
1 - ingênua
2 - comilona
3 - viciada em rede sociais
4 - profissional dedicada
5 - migrante do RJ pra SP
6 - bagunceira
7 - crédula




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Mães que oram, mãos que abençoam

Oiê!


Nossa, tempo enorme sem vir aqui. Cheguei em casa depois de 15 dias no RJ, ai voltamos à normalidade.


Mas o que me trouxe aqui foi o sentimento de felicidade e dever cumprido.


Eu e marido resolvemos no fim do ano passado mudar a pequena de escola pra algo maior, bilíngue e com uma dinâmica pedagógica diferenciada.


Há um tempo atrás eu vim aqui falar sobre a dificuldade de adaptação da pequena na escola, de como ela se sentia triste e carente.


Pois é, eis que essa mãe desistiu de uma pós graduação para investir na educação e felicidade da filha e sinceramente: não há arrependimento.


Sabe o que eu ganhei com tudo isso? Sorrisos, muito sorrisos. felicidade abundante e uma frase que jamais vai sair da minha cabeça e principalmente, NUNCA mais vou deixar isso acontecer.
A frase foi assim: "Mama, lá todo mundo é meu amigo, todo mundo brinca comigo e eu não fico sozinha..."


É isso. Tô feliz, realizada, minha filha tá feliz, animada, bem disposta e isso que importa!


Um beijo grandão,

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Janeiro.

Oi gente.


Tempão sem vir aqui. As vezes eu sinto saudades e noutras eu quero sumir daqui rsrs.


O ano novo foi bacana, com direito a muita chuva e chamego da minha mãe. Em seguida, fomos pro Rio de Janeiro e deu pra aproveitar um pouquinho o que eu eu não tinha conseguido quando fomos de férias.


Agora a odisseia é a busca de um novo emprego. Nossa, eu não fazia idéia de como seria difícil. As duas vezes que eu fiquei desempregada no RJ, acabei contando com o "endomarketing" e as boas relações que eu construir com as pessoas que estiveram ao meu redor.


Hoje, aqui em Piracicaba, o fato de não conhecer ninguém, acaba me obrigando a começar do zero, sem uma estratégia. Não dá simplesmente para mandar emails aos amigos dizendo que eu estou disponível no mercado.


E para que possamos garantir um padrão de vida bacana ou pelo menos tranquilo, precisamos da minha renda para complementar no orçamento da família.


Agora é correr em busca de novas oportunidades e tentar criar artifícios para que esse tão sonhado emprego chegue.


Vamos que vamos pessoal, sem perder as esperanças e jamais deixando a peteca cair, até porque eu não sou destas!


Um super beijo queridos.