domingo, 27 de fevereiro de 2011

Eu vou pra Piracicaba eu vou...

Bem, agora passados os dias indecisos e falta de informações necessárias, ja temos coisas concretas e vim compartilhar da minha agonia com vocês.

Em junho do ano passado, surgiu um boato lá no trabalho do marido que poderia haver transferência da equipe para uma nova cidade. Eu obviamente fiquei tonta e desesperada, como assim largar emprego, família, amigos e ir rumo ao desconhecido?

O tempo passou e eu só fui me consumindo, ficando cada dia mais nervosa, mas mesmo assim, disse ao marido que eu apoiaria em qualquer decisão que ele tomasse.

Eis que esse dia chegou, depois de meses de acordo, sairam as informações que estávamos esperando.

E lá vamos nós, em julho/agosto, rumo à cdade de Piracicaba, interior de São Paulo.

Tudo novo, sem perspectivas de retorno ao RJ. Fixaremos residência por lá ns próximos 10 anos ou então caso aconteça algo errado.

Estou assustada, apavorada e ao mesmo tempo feliz com a novidade. Lá fortaleceremos o nosso vínculo de família, não teremos ''a quem recorrer", seremos somente eu e ele cuidando da nossa pequena. Porém por outro lado tem a minha questão de ser filha única. Deixar a minha mãe no RJ sozinha me desespera. Fora a saudade, nunca estive longe dela, minha filha não sabe o que é ficar mais de 1 dia sem ver a avó... Isso é o que me aborrece.

Pensando pelo lado bom, qualidade de vida, poder curtir o RJ de turista, algo que todo mundo fala que é maravilhoso, sentir saudade e dar mais valor a coisas simples que no dia a dia a gente nem presta muita atenção...

É isso pessoal, vim compartilhar com vocês e espero que eu e minha família possamos nos dar muito bem nessa nova etapa.

Beijos e bora aproveitar o carnaval enquanto é tempo...

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Coisas que só mulher passa...

Coração disparado quando ele entra no msn, telefone ou manda email
Tenta não morrer quando ele confirma o encontro da noite;
Próximo passo: roupa nova, cabelo, maquiagem, unhas, lingerie e tudo mais... só que uma coisa, a moça estava no trabalho quando tudo aconteceu, então imagina a luta pra conseguir se organizar em tempo real!

Vestido: R$ 60,00
Lingerie: R$ 75,00
Cabelo e unha: R$ 35,00
Ele der dado um super bolo: Não tem preço!

Para homens como esse devia existir execução sumária!

É isso amigas solteiras, continuem tentando igualzinha a minha amiga Flor, que me contou essa história aos prantos na madrugada de sexta/sábado, no msn...

Sabem o que ela ainda me disse no final: "Amiga, eu vou continuar tentando achar o homem ideal..."

E eu como amiga, continuarei torcendo por ela.

Bjos.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Uma bunda tamanho 46

É uma puta hipocrisia esse nosso Brasil e principalmente o Rio de Janeiro. Dentro de uma ditadura da beleza em que "obriga" as mulheres a serem como robôs em busca do corpo perfeito e em contrapartida, dizem que nós brasileiras somos as mais bonitas mulheres do mundo porque temos o famoso corpão violão...

Bem, eu não me enquadro no corpão violão, mas não sou das piores não, afinal, eu sou negona né. Tenho bundão, pernão grande e sou alta... E nesse esquema de bundão, digo a vocês a minha é 46, quadril 110.

Por que isso? Simplesmente porque tente comprar um short pro verão, fui em todas as lojas do shopping perto do trabalho e para a minha sorte/azar/sei lá mais o que/ nada entrava em mim.
Todas as numerações eram até 42, vez por outra, 44.

E quem disse que a maioria é esqueletica, sem bunda e baixinha? Não, nós somos diferentes, multifacetadas, com cores, rostos , barrigas, corpos e gostos diferentes. Porque ao comprar calças eu tenho que me contentar com elas "pescando" mesmo que seja moda, porque não tem modelagem pros meus 120 cm de perna?

Olha, tô puta da vida hoje...Tudo isso por causa de um short...

Beijos

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Sim, há pedras no meu caminho.

Cada dia que eu passo morando na cidade do RJ, tenho a absoluta certeza de que para se chegar em casa, principalmente depois de alguns minutos de chuva, é tarefa quase absurda!

Ontem, choveu bastante no período da tarde, tipo umas 17h e é claro que o metrô deu problema (pra quem não conhece o RJ, há estações do metrô que ficam na superficie), caiu uma árvore que impedia a passagem.

Óbvio que eu trabalho num local emque a condução mais rápida e segura para que eu possa ir e vir é o bendito metrô, sendo assim, o que rolou... tive que fazer baldeação e pegar o trem, sim porque encararônibus no RJ, em dias de chuva é tarefa maldita, já que vindo do centro pra minha casa, tenho que obrigatoriamente passar pela Av. Brasil que é na verdade Rio Brasil.

Beleza, depois de passar um dia inteiro com febre, num calor miserável, sem ar condicionado, fui pra odisseia de voltar pra casa - primeiro o metrô até a Central do Brasil e depois o trem MUITO cheio de gente esquisita, mal educada e sei lá mais o que... Na hora de descer, eu quase caí, tinha um degrau que eu não vi porque os trogloditas tentavem a todo custo entrar com as pessoas tentando sair.

Saldo: um mega cansaço; tontura; pé doendo e um cheio impregnado no meu nariz: uma senhora com um bafo de bode que resolveu falar loucamente da estação inicial até onde eu desci.

Saí do trabalho às 17:30 e cheguei às 20h.

Hoje, não consegui ir trabalhar, tô de molho em casa pq a gripe piorou!

Esse é o meu Rio de Janeiro! De que adianta os governantes tirarem fotos nos coletivos se eles não os melhoram? É bizarro!

Beijos,